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ENTREVISTAS

Prof. Roberto de Oliveira Ph.D
ACE/COMDES
Coordenador Geral do COMDES e Diretor Técnico e de atividades Culturais da ACE (Licenciado)
Prof. Roberto de Oliveira Ph.D
CURRÍCULO

Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 1972, onde lecionou na Graduação e no Programa de Pósgraduação de Engenharia Civil, Pós-graduação em Engenharia de Produção e Sistemas, e continua na Pós-graduação do Departamento de Arquitetura e Urbanismo. Doutorado em Metodologia de Projeto Habitacional pela University of Waterloo, Canadá (1994), onde completou pesquisa de Pós-doutorado em Influência do Desenho Urbano em Custos Habitacionais (1995). Pesquisa anualmente a demanda habitacional em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção de Florianópolis de modo a subsidiar o mercado imobiliário da cidade, para o qual também presta consultoria pontuais em assuntos urbanos de Florianópolis. Tem experiência na área de Engenharia de Produção, com ênfase em Metodologia de Gestão do Projeto do Produto, atuando rincipalmente nos seguintes temas: Cadastro Técnico-multifinalitário, gerenciamento urbano, gestão municipal, avaliação, e mercado imobiliário, com foco principal na gestão do processo de projeto na construção de edifícios, com desdobramentos na gestão urbana e na habitação popular (Habitação de Interesse Social e sua inserção urbana). Professor voluntário da UFSC estabelecido no Departamento de Arquitetura e Urbanismo orienta a Empresa Junior de Eng Civil (EPEC) e continua na formação de doutores e mestres na Pós-graduação Arquitetura e Urbanismo da UFSC. Também atuou na Defesa Civil, onde através do CEPED trabalhou intensamente em 2009, e, esporadicamente no Município de São José, além, por exemplo ministrou Cursos de Pconstrução de edifícios, com desdobramentos na gestão urbana e na habitação popular (Habitação de Interesse Social e sua inserção urbana). Professor voluntário da UFSC estabelecido no Departamento de Engenharia Civil, orienta a Empresa Junior de Eng Civil (EPEC) e continua na formação de doutores e mestres nas Pós-graduações em Engenharia Civil e na de Arquitetura e Urbanismo, ambas da UFSC. Também atua na Defesa Civil, onde através do CEPED trabalhou intensamente em 2009, e, esporadicamente no Município de São José, além, por exemplo ministrou Cursos de Percepção de Risco, especialmente em Blumenau. Ministrou disciplina de Arquitetura e Urbanismo em Áreas de Risco na UNOESC de Xanxerê. Foi bolsista DTI do CNPq em pesquisa sobre Regularização Fundiária financiada pelo MCidades, no LabFSG, CTC--UFSC. Atualmente exerce também a diretoria de atividades técnicas da ACE (Associação Catarinense de Engenheiros). Projetou mais de 300 mil metros cúbicos em estruturas de concreto armado e outros tipos, atividade que ainda exerce quando solicitado, como, por exemplo, na atuação como palestrante na ALESC, ACE e em outras ocasiões atuando numa Força Tarefa neste sentido sobre a retomada das restaurações da Ponte Hercílio Luz, bem como atuando em defesa da qualidade e manutenção das Pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campos. Também atua nas questões de Mobilidade Urbana na Região da Grande Florianópolis, a começar pelo Conselho Metropolitano de Desenvolvimento da Grande Florianópolis (COMDES) e na ACE, para destacar. Participa ativamente na criação e operação do OM-UFSC, Observatório da Mobilidade da Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenador geral do COMDES, Membro da Comissão Estratégica de Infraestrutura, Membro do Grupo de Logística e Desenvolvimento de Transportes da FIESC.  

ENTREVISTA

a. Qual a sua visão quanto à importância do evento para a Engenharia e em especial para a mobilidade dos grandes centros urbanos? 

As cidades não apenas param, mas também por isto, perdem economicidade, gerando desemprego. 

 


b. Como este evento irá contribuir para o entendimento dos participantes quanto as questões, dificuldades e importância da Mobilidade urbana no desenvolvimento do país e dos grandes centros urbanos?  

Em geral, os eventos de mobilidade exageram no imediatismo de propostas midiáticas que focam apenas em um produto ou serviço.  Com isto, o conhecimento sobre estes problemas continuam sendo tratados de modo sintomático, isto é, tratam apenas os sintomas. 

 


c. Qual a sua avaliação quanto a Mobilidade da Grande Florianópolis?   

Péssima em todos os sentidos dos seus pilares ou dimensões da disciplina falhando em abordar: desenho urbano, infraestrutura, transporte coletivo e gestão, em especial.  Não existe gestão e cada um dos itens acima é (mal)tratado isoladamente. 

 


d. Mensagem para que a sociedade organizada e os preocupados com a mobilidade urbana participem do evento

Veja a entrevista em vídeo

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